De uma coisa você pode ter certeza: ninguém se aproxima do advogado Coriolano Santos Marinho sem receber de volta um sorriso sereno e sincero. Num momento em que o nosso país protagoniza tanta instabilidade, discórdias, desavenças e desentendimentos de todos os matizes, alguém assim funciona como oásis em meio a esse deserto de intolerância. O conheci há alguns anos aqui em Palmas e, desde o primeiro instante, a sua simpatia me chamou a atenção, o que pode ser comprovado por meio do carinho a ele dispensado por aqueles que o cercam. Ele melhorou o mundo com sua presença no dia 3 de setembro de 1943, quando nasceu em Grajaú, cidade do Maranhão. Justamente hoje completa 82 anos de idade. Coriolano foi o primeiro presidente da OAB Tocantins, cuja inscrição é a de número 10-B, tendo emprestado, do alto de sua envergadura moral, decência e credibilidade a essa importante instituição. Coriolano é daquele tipo de pessoa que nos atrai como mariposas para a luz, sua presença é de um magnetismo contagiante. Causídico tarimbado nas lidas da vida, sempre tem um caso para contar, os quais envolvem suas experiências na labuta jurídica. Um desses é emblemático e histórico.