O advogado que não dominar a inteligência artificial com urgência ficará fora do mercado e será dominado por ela. Ela faz parte da rotina de diversas profissões, mas na advocacia esse movimento tem se intensificado à medida que novas tecnologias passam a apoiar atividades que antes exigiam grande esforço manual. Cerca de 79% dos profissionais, segundo o Clio Legal Trends Report 2024, utilizam algum tipo de tecnologia baseada em IA em suas atividades. Embora no ramo jurídico ainda se dependa muito da análise e interpretação humanas, a IA tem contribuído para tornar o processo mais organizado e eficiente. Isso significa que atividades que antes levavam horas para que fossem realizadas, agora são feitas em minutos. Até quem antes não escrevia muito bem, começou a apresentar textos mais elaborados. Claro que há um certo exagero e é preciso muito cuidado no manuseio, como o uso de jurisprudências falsas. Mas é uma realidade que não tem volta e o profissional que não adotar a IA ficará fora do mercado de trabalho ou, no mínimo, deslocado e obsoleto.