O ministro Gilmar Mendes pediu destaque no julgamento que analisa a liminar concedida pelo ministro Flávio Dino que suspendeu a quebra de sigilo bancário do filho do presidente, Lulinha, aprovadas pela CPMI do INSS. Assim, em vez do plenário virtual, a Corte vai analisar o caso no plenário físico. Lulinha é acusado, entre outras coisas, de ter recebido mesada do tal “Careca do INSS”, no patamar de módicos 300 mil reais a cada trinta dias. O ex-empregado de zoológico ficou riquíssimo e isso tem chamado a atenção, talvez pelo sucesso empreendedor do rapaz, um fenômeno nacional do mundo financeiro. Flávio Dino achou demais a quebra de sigilo das contas do filho do primeiro mandatário e suspendeu a medida enxerida. Veremos como a Corte vai decidir, se concorda com Dino ou se vai manter a decisão da CPMI. (MS 40.781).