Uma funcionária gestante dirigiu aos seus superiores mensagens racistas, homofóbicas e misóginas em chat corporativo e foi dispensada por justa causa, o que foi mantido pela Justiça do Trabalho de Duque de Caxias/RJ, considerando que as manifestações configuraram falta grave. Ela teria se referido às sócias como “a preta e branca” de forma pejorativa, chamou o gerente de “viado” e utilizou a doce expressão “puta velha” para se referir a uma das proprietárias, além de outros epítetos que seguiram a mesma linha agressiva. A julgadora considerou que as expressões destroem qualquer relação de confiança que deve haver num pacto laboral e, além disso, a própria empregada admitiu ter escrito as mensagens, razão pela qual foi mantido o afastamento por justa causa e negado o pedido da ré de reconhecimento de vínculo empregatício durante o período em que atuou como estagiária. (Processo 0100648-32.2025.5.01.0204).