O presidente do STF, Edson Fachin, determinou a criação de um grupo de trabalho com o objetivo de revisar os denominados “penduricalhos” pagos a magistrados do país. Essa equipe terá seis meses para mapear as verbas indenizatórias existentes e elaborar uma proposta legislativa para regulamentar esses pagamentos. O grupo desenvolverá estudos sobre propostas legislativas relacionadas ao tema e os impactos no sistema remuneratório do serviço público. Determinou-se, ainda, a padronização da nomenclatura dessas verbas em todos os tribunais. Tudo começou com liminar do ministro Flávio Dino, que suspendeu essas verbas não previstas em lei Os artigos publicados não refletem a opinião do Jornal do Tocantins. Sua publicação obedece ao propósito de estimular e fomentar a diversidade e o debate de temas locais, nacionais ou mundiais.