A juíza da Vara de Família e Sucessões da Comarca de Planaltina/GO constatou erros em uma petição inicial feitas por inteligência artificial (IA) e fez advertência ao advogado da causa por litigância de má-fé. Ela disse que foram evidenciados “vícios formais extremamente graves”, determinando a emenda para correções. Determinou-se, ainda, ofício à seccional da OAB do Distrito Federal para comunicação da atuação profissional de forma irregular do advogado que assinou a petição. Se houver reincidência, segundo a magistrada, serão aplicadas sanções previstas em relação à litigância de má-fé. Para a julgadora, a IA deve ser ferramenta de apoio, e não de substituição de raciocínio jurídico. (Processo 5050924-97.2026.8.09.0128). Os artigos publicados não refletem a opinião do Jornal do Tocantins. Sua publicação obedece ao propósito de estimular e fomentar a diversidade e o debate de temas locais, nacionais ou mundiais.