Após carta dirigida ao filho Flávio, o ministro Alexandre de Moraes manteve a prisão domiciliar de Jair Bolsonaro, por razões humanitárias, mas endureceu as restrições impostas ao cumprimento da pena após concluir que ele descumpriu medida cautelar ao produzir uma missiva com conteúdo político-eleitoral. O ministro suspendeu por 30 dias o direito de Bolsonaro receber visitas, com exceção de médicos, fisioterapeutas e advogados. Proibiu, ainda, até o término das eleições, visitas com finalidade político-eleitoral e a divulgação de manifestação política produzida pelo ex-presidente, inclusive por intermédio de terceiros. (Processo EP 169). Os artigos publicados não refletem a opinião do Jornal do Tocantins. Sua publicação obedece ao propósito de estimular e fomentar a diversidade e o debate de temas locais, nacionais ou mundiais.