O histórico de conversas de Katherine Telles no ChatGPT foi utilizado pela Polícia Federal como prova do seu envolvimento com o Banco Master, do notório Daniel Vorcaro. Conforme a revista Veja, a namorada de Davi Alves, que foi apontado como líder do grupo “Os Meninos”, fazia ataques digitais a mando do ex-dono do Master. Ela teria perguntado ao GPT quem eram os hackers do mafioso e, ainda: “E sobre o carro da PF que foi apreendido do Sicário”. Depois questionou: “Então o pessoal do carro não tinha nada a ver?”. Com a resposta evasiva do GPT, no sentido de que os hackers não constituem “um grupo famoso e com nomes públicos conhecidos”, ela disse: “Eu sou a pessoa que tava no carro, ele não era blindado kkk e não fomos presos”. As perguntas da mulher ao GPT foram feitas um mês depois de abordagem da Polícia Rodoviária Federal que levou Luiz Phillipi Machado de Moraes Mourão, morto em março deste ano, conhecido como “Sicário”, à prisão. Logo depois ele foi encontrado morto.