O Conselho Nacional de Justiça confirmou a pena de aposentadoria compulsória da juiz João Luis Fischer, do TJDF, que foi acusado de assédio moral, sexual e perseguição contra servidora da Corte. No seu relatório, a conselheira Daiane Nogueira disse que “a pena de aposentadoria compulsória é proporcional à extrema gravidade das condutas reiteradas. É a sanção adequada para punir violações que atentam contra a liberdade sexual, a intimidade, o ambiente de trabalho seguro e a dignidade da pessoa humana”, frisou. Dos relatos dos casos praticados, consta que o magistrado teria tentado contato físico com uma servidora, puxando-a pela cintura, tentando fazê-la sentar em seu colo e agarrando-a por trás. Em outro processo, consta que ele teria perseguido uma servidora por cerca de três anos, enviando mensagens íntimas, fotos e convites insistentes, pedindo, inclusive, que ela desfilasse para ele. O homem estava descontrolado. (Processo PCA 0005498-04.2023.2.00.0000).