Fernanda Alves, irmã da corretora que desapareceu em Caldas Novas, contou que está vivendo uma angústia com a falta de pistas do paradeiro de Daiane Alves, de 43 anos. Tem 30 dias que estamos vivendo essa agonia, esse sofrimento. A gente não sabe nem o que a gente está vivendo. É um luto que estamos passando? Não, é uma angústia”, contou em entrevista à TV Anhanguera. A corretora desapareceu do prédio em que mora no dia 17 de dezembro, quando foi até o subsolo do prédio para restabelecer a energia, pois o seu apartamento estava sem luz. As câmeras de segurança registraram o momento em que Daiane entrou no elevador, pouco antes de desaparecer, por volta das 19h. Nilze Alves, mãe da corretora, pediu para que quem tiver qualquer pista e não quiser se envolver procure a polícia. “Tem meios de procurar a polícia, procurar a família sem ser, sem se comprometer, sem se comprometer”, disse. A Polícia Civil de Goiás montou uma força-tarefa para investigar o desaparecimento da corretora.