As investigações da Polícia Civil contra a influenciadora Elizabeth Melo, alvo da Operação Sorte Falseada, revelaram que os lucros obtidos por ela iam muito além de simples taxas de publicidade. Diferente do que afirmou em depoimento, alegando receber pagamentos fixos de até R$ 4 mil por divulgação, o relatório policial aponta que Elizabeth auferia lucros baseados diretamente nas apostas feitas por seus mais de 65 mil seguidores. A Operação Sorte Falseada foi deflagrada pela Polícia Civil para desarticular um esquema de exploração de jogos de azar e lavagem de dinheiro no Tocantins. Além do crime financeiro, a polícia apura ameaças feitas pela influenciadora contra seguidores que demonstravam intenção de denunciar as perdas nas plataformas. A investigação aponta o ganho com as plataformas na modalidade nominada como "Vantagem Econômica Direta", lucrando com o dinheiro apostado pelos seus seguidores nos cassinos online não regulamentados.