Suspeito é preso preventivamente por ação da Polícia Civil do Tocantins (Divulgação/PCTO) A investigação da Polícia Civil sobre o suposto esquema de desvio milionário em uma fazenda no Tocantins detalha como o dinheiro teria sido movimentado para tentar dificultar o rastreamento. Segundo os documentos, o ex-gerente Péricles Antônio Pereira é investigado por usar contas de terceiros, incluindo a da esposa, além de transferências via PIX para ocultar a origem dos valores. De acordo com o inquérito, parte do dinheiro não era transferida diretamente para o investigado. Em alguns casos, fornecedores que pagavam propina eram orientados a fazer depósitos em contas de outras pessoas ligadas ao esquema. Um dos exemplos citados aponta que valores foram enviados a um terceiro que, segundo a polícia, tinha dívidas com o investigado em um esquema de agiotagem. Ao direcionar os pagamentos para essa conta, o dinheiro não passava diretamente pelo nome do suspeito.