Após operação da Polícia Federal contra uma rede clandestina de fabricação de canetas emagrecedoras, cinco entidades pediram à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) a proibição total e imediata da produção e venda desses produtos por farmácias de manipulação. SBEM (Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia), SBD (Sociedade Brasileira de Diabetes), Abeso (Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e da Síndrome Metabólica), Febrasgo (Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia) e AMB (Associação Médica Brasileira) assinam o documento, que cita "risco sanitário iminente" e descontrole da comercialização de canetas emagrecedoras no Brasil. Prova disso, dizem as entidades, é a operação da PF desta quinta-feira (27). Durante a ação, foram cumpridos 24 mandados de busca e apreensão nos estados da Bahia, Pernambuco, São Paulo e Rio de Janeiro. Carros, um avião, embalagens e remédios foram apreendidos.