A Justiça Federal em Roraima condenou o empresário e garimpeiro Rodigo Martins de Mello, conhecido como Rodrigo Cataratas, a 22 anos e 7 meses de prisão e mais o pagamento de R$ 31.724.287,25 pela acusação de liderar uma organização criminosa para exploração ilegal de ouro na Terra Indígena Yanomami, obstrução de investigação e lavagem de dinheiro. O juiz Victor Oliveira Queiroz atendeu a denúncia do Ministério Público Federal na última quarta-feira (28) e também sentenciou o filho de Cataratas, Celso Rodrigo de Mello, a irmã, Bruna Martins de Mello, e Leonardo Kassio Arno, que também integra o grupo, mas com penas menores. Procurada, a defesa de Cataratas (e que também representa seus familiares) diz que a condenação, ainda em primeira instância, tem contradições, ilegalidades e inconsistências, indica que irá recorrer e que os seus clientes responderão em liberdade.