“Comecei a fazer exercícios respirando por aparelho. Meu objetivo era fazer uma prova de corrida”, conta (Arquivo pessoal/Roberta Rodrigues) Aos 33 anos, a fisioterapeuta goiana Roberta Rodrigues, natural de Santa Fé de Goiás, carrega uma história marcada por superação, fé e recomeços. Diagnosticada com Polirradiculoneuropatia Inflamatória Desmielinizante Crônica (CIDP), doença autoimune rara que ataca os nervos periféricos, ela já ficou tetraplégica cinco vezes ao longo de 17 anos. Hoje, além da CIDP, enfrenta também a sarcopenia - perda progressiva de massa e força muscular provocada pelas repetidas internações e longos períodos de imobilidade. Roberta se mudou para Goiânia para estudar. Formou-se em Fisioterapia pela Universidade Estadual de Goiás (UEG), foi aprovada em primeiro lugar em residências e também conquistou o primeiro lugar em concurso federal para atuar no Hospital das Clínicas.