A morte de Gustavo Feitosa Veloso, de 3 anos, trouxe à tona questionamentos sobre a atuação da rede de proteção diante dos relatos de violência e ameaças feitos pela mãe da criança, Sabrina Feitosa. Em entrevista exibida pela TV Anhanguera, ela afirmou que vivia sob ameaças de morte desde o nascimento do filho e que chegou a procurar órgãos e serviços em busca de ajuda. Assista a reportagem do Jornal Anhanguera 2ª Ed: Caso Gustavo expõe falhas de proteção após denúncias de ameaças e agressões antes da morte O caso é investigado pela Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) de Palmas. O pai do menino, o advogado Igor Veloso, e a madrasta, Kethlyn Moreira, tiveram as prisões preventivas mantidas em audiência de custódia. Gustavo foi encontrado morto na casa do pai, e o laudo do Instituto Médico Legal (IML) apontou que a criança foi vítima de violência.