Ação das forças de segurança mira estrutura financeira de organização criminosa responsável por movimentar dinheiro do tráfico no Tocantins (Divulgação/Ficco-TO) As investigações da Força Integrada de Combate ao Crime Organizado (Ficco/TO) revelaram uma engrenagem financeira sofisticada usada por uma facção criminosa interestadual para lavar dinheiro do narcotráfico. O esquema utilizava uma fintech que operava como um "banco clandestino", sem autorização do Banco Central, para movimentar recursos ilícitos tanto no Brasil quanto no exterior. A operação identificou que apenas dois operadores do esquema em Imperatriz (MA), um empresário da construção civil e um servidor público, movimentaram, respectivamente, R$ 9,3 milhões e R$ 5,3 milhões em um intervalo de apenas 50 dias. A investigação aponta que o fluxo financeiro era alimentado pelo tráfico aéreo de drogas e pulverizado por meio de empresas de fachada.