A investigação da Polícia Civil sobre a morte de Deise Carmen de Oliveira Ribeiro, de 55 anos, aponta que o crime foi planejado e teria sido ordenado pelas próprias filhas da vítima. Servidora pública e empresária, Deise desapareceu após o Natal de 2025 e foi encontrada morta dias depois no rio Santa Tereza, em Peixe, no sul do estado. De acordo com o inquérito, o crime foi motivado por conflitos financeiros e disputa pelo controle do patrimônio. As filhas Déborah de Oliveira Ribeiro, de 26 anos, e Roberta de Oliveira Ribeiro, de 32, estão presas e foram indiciadas por feminicídio, emboscada e ocultação de cadáver. O marido da vítima, José Roberto Ribeiro, também foi indiciado por supressão de documento e obstrução das investigações, mas foi solto após o fim da prisão temporária. A polícia concluiu que não há provas da participação direta dele na execução do homicídio.