Sede do Ministério Público do Tocantins, em Palmas (Emerson Silva/Arquivo JTo) A Justiça do Tocantins deferiu medidas protetivas de urgência contra Guilherme de Camargo Módolo, de 32 anos, que atuava como assessor comissionado no Ministério Público do Tocantins (MPTO). A decisão atende ao pedido formulado por sua ex-companheira, Beatriz Marieta Mokfa, de 25 anos, que procurou a Polícia Civil para relatar agressões verbais, humilhações e enforcamento durante o término do relacionamento, em Palmas. A determinação partiu da Vara de Combate à Violência Doméstica Contra a Mulher da capital, por meio de despacho liminar assinado pelo juiz plantonista Luiz Astolfo de Deus Amorim, com base na Lei Maria da Penha. O magistrado estabeleceu a proibição de aproximação da vítima, de seus familiares e de testemunhas, fixando limite mínimo de 200 metros de distância, além do veto absoluto a qualquer contato por chamadas, mensagens ou redes sociais. A decisão também prevê o encaminhamento do servidor para grupos reflexivos do Tribunal de Justiça do Tocantins (TJTO).