A advogada e os policiais militares, presos suspeitos por agiotagem, gravaram uma das torturas feitas contra um homem que seria devedor do grupo. O vídeo foi obtido e divulgado pela TV Anhanguera (veja vídeo acima). Segundo a Polícia Civil de Goiás (PCGO), os investigados movimentaram mais de R$ 7 milhões em dois anos por meio da prática criminosa, em Luziânia, no Entorno do Distrito Federal. No vídeo, um dos investigados, identificado como um sargento da Polícia Militar de Goiás (PMGO), ameaça um homem que é agredido com taco de beisebol. "Você vai ver como funciona em Goiás", diz. O POPULAR entrou em contato com as defesas dos investigados, neste domingo (30), mas não obteve retorno até a última atualização desta reportagem. A Ordem dos Advogados do Brasil – Seção Goiás (OAB-GO), por meio de nota, informou que repudia o suposto envolvimento de uma advogada em um caso de agressão ocorrido em Luziânia.