Dídimo Heleno
 
Um empregado da Siderúrgica Ibérica, de Marabá (PA) teve o seu braço completamente esmagado num acidente de trabalho e, em primeira instância, foram fixados os valores de R$ 35 mil por danos morais e R$ 35 mil por danos estéticos, mas o Tribunal Superior do Trabalho considerou irrisórias as quantias, aumentando para R$ 200 mil o valor devido, sendo R$ 100 mil para cada um dos danos. 
 
“Em razão do acidente de trabalho, o braço direito do empregado foi esmagado e amputado, o que lhe acarretou sequela definitiva e permanente em virtude da amputação completa e incapacidade laborativa de grau moderado a severo, pois perdeu o membro superior de seu lado dominante. Considerando os aspectos fáticos e probatórios registrados pelo TRT, os citados valores arbitrados são insuficientes para ressarcir os prejuízos sofridos pelo empregado na sua esfera moral e estética”, concluiu o ministro José Roberto Pimenta, cujo voto foi acompanhado por unanimidade.