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Com baixa adesão, vigilantes penitenciários em Goiás voltam ao trabalho e encerram paralisação

Em nota, a assessoria de imprensa da Secretaria de Segurança Pública e Administração Penitenciária, disse que "todas as unidades funcionam em absoluta normalidade", informando que 99% do efetivo trabalhava normalmente no Estado

Diomício Gomes

O movimento dos vigilantes penitenciários temporários acabou ainda na manhã desta segunda-feira (9), segundo o presidente da Associação dos Servidores do Sistema Prisional do Estado de Goiás (Aspego), Jorimar Bastos. "A adesão foi pouca". Apesar da categoria não ser representada pela associação, ele considerou a reivindicação dos temporários justa.  

A paralisação foi deflagrada hoje cedo no Complexo Prisional de Aparecida de Goiânia. Liliane da Silva, que falava pelos grevistas, disse que as principais reivindicações da categoria eram a equiparação com a classe inicial, de R$ 1,5 mil; o retorno da gratificação de risco de vida de 30%; auxílio fardamento, melhores condições de trabalho e melhor armamento, além da convocação dos concursados de 2014. 

Em nota, a assessoria de imprensa da Secretaria de Segurança Pública e Administração Penitenciária, disse que "todas as unidades funcionam em absoluta normalidade", informando que 99% do efetivo trabalhava normalmente em Goiás.

De acordo com o comunicado da SSPAP, “a situação está completamente contornada”. 

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