Estado

Vistoria na CPP de Palmas mostra celas lotadas e estruturas precárias

Veja imagens de dentro da CPPP durante a vistoria

Divulgação
Celas do presídio estão lotadas

Na manhã de hoje, o promotor Alzemiro Wilson Peres Freitas e o juiz titular da 4° Vara Criminal e Execuções Penais Luiz Zilmar dos Santos Pires visitaram a Casa de Prisão Provisória (CPP) de Palmas e encontraram diversas irregularidades que persistem na unidade, como super lotação, brigas entre facções, e estruturas precárias, mesmos problemas encontrados em outras unidades do sistema prisional brasileiro.

De acordo com o que o promotor presenciou dentro da unidade, a Umanizzare Gestão Prisional Ltda, responsável pela gestão da CPPP e da Unidade de Tratamento Penal Barra da Grota , em Araguaína, além de mais seis unidades prisionais no estado do Amazonas, inclusive o Complexo Prisional Anísio Jobim (Compaj), onde 56 presos foram mortos em uma chacina no último dia 2, a empresa não tem condições de gerir as unidades do Estado: “O trabalho é ineficiente, além disso, se busca em vários órgãos competentes se os contratos estão sendo cumpridos a rigor no que diz respeito da colocação de recursos públicos para este tipo de destinação”, comentou.

Dentro da unidade, os presos estavam bem alterados e relatavam às autoridades o que acontece no local, pedindo providências. Além disso, muitos falavam em ameaças a outros blocos, confirmando a rivalidade existente na unidade.

 

Veja fotos tiradas dentro da CPPP durante a vistória 

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Patricia Lauris
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