Estado

Empresa fala que termo foi alterado

A empresa Umanizzare Gestão Prisional e Serviços Ltda informou, através de nota, que os funcionários nunca portaram armas letais ou não letais dentro das unidades prisionais e ressaltou que a “origem dessa controvérsia resultou de um termo incluído indevidamente no contrato referente ao contrato da unidade de Palmas, em contrariedade com a Lei de Execução Penal”.

Ainda em nota, a empresa informou que constava no contrato de cogestão a palavra ‘segurança’, e que ‘o uso equivocado dessa palavra levou a Polícia Federal (PF) a pedir a suspensão do contrato, por ser esta uma atividade indelegável do Estado” e que a palavra foi retirada do contrato, finalizando o que considerou como situação polêmica.

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