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Palmas, 09 de fevereiro de 2010

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HOMICÍDIO

Médico de Jackson se declara inocente

Los Angeles, EUA (AE) - O médico particular do cantor Michael Jackson, Conrad Murray, foi indiciado ontem por homicídio culposo (quando não há intenção de matar) involuntário pela morte do astro. O cardiologista, que estava ao lado de Jackson no dia da morte, em 25 de junho de 2009, pode pegar até quatro anos de prisão caso seja considerado culpado.

Murray se apresentou perante um tribunal em Los Angeles para ouvir as acusações e se declarou inocente. A fiança dele foi estipulada em US$ 75 mil (R$ 140 mil).

Familiares de Michael Jackson, como a mãe, Katherine, e o pai, Joe, além dos irmãos Jermaine, Tito, Jackie, Randy e LaToya estavam presentes no tribunal. Em uma entrevista à rede de televisão americana CBS, o advogado da família Brian Oxman, disse acreditar que a sentença de Murray “não satisfaz a ninguém”. Já o irmão Jermaine disse que a acusação “não é suficiente”.