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Palmas, 09 de fevereiro de 2010

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INTERNACIONAL

Beyoncé coloca 60 mil pessoas para cantar no Morumbi

Marco Bezzi (AE)
São Paulo

Com apenas 28 anos, a cantora de pouco mais de dez de carreira conseguiu o que apenas dinossauros do rock e pop foram capazes de fazer: encheu o Morumbi na noite do último sábado e colocou 60 mil pessoas para rebolar. O figurino dourado revelou um produto à beira da perfeição. Corpo volumoso, voz talhada no soul, olhos que ao mesmo tempo passam malícia e candura. Como não se apaixonar por Beyoncé? A indústria americana pensou o mesmo.

Com poucas alternativas além dos vencedores do American Idol, adotou a cantora, laureada com seis prêmios Grammy na semana passada. O jornal The Guardian a considerou a artista da década e o Brasil deu-lhe o disco de diamante por 250 mil cópias vendidas de I Am... Sasha Fierce (2008). Beyoncé se apropria com competência da escola de Madonna e Michael Jackson.

Banda
Com a abertura de Crazy in Love, às 22h20, deixou claro que a noite seria dela e de ninguém mais. Dançarinos musculosos, uma banda formada só por mulheres, um trio de estilosas vocalistas batizado de The Mamas e um telão de altíssima definição no fundo do palco formavam os adereços das pouco mais de duas horas de concerto.

Emoção
Beyoncé se emociona com a reação impressionante da plateia. A todo momento agradece: “Este é provavelmente o maior show da história da minha vida.” O som perfeito ganhava força nos graves, que eram sentidos no peito como se um soco o atingisse a todo momento. A segunda parte foi dedicada às baladas. Broken Hearted Girl antecede If I Were a Boy Beyoncé, de figurino preto, emenda You Oughta Know, de Alanis Morissette, e faz a temperatura subir novamente. O telão acompanha sua performance com um show de imagens e vídeos destinados a colaborar com a imagem de super-heroína .